O campeonato do mundo arrancou para Portugal com uma igualdade frente à República Democrática do Congo, 1-1. O capitão Cristiano Ronaldo, aos 41 anos, ficou no centro das críticas após uma atuação considerada aquém das expectativas. A forte defesa congolesa impediu os lances decisivos, deixando Portugal em posição difícil na fase de grupos.
A imprensa internacional colocou em foco o desempenho individual de Ronaldo, que lidera a equipa desde a última participação no Mundial. Fornecedores de opinião destacaram o impacto do jogador no conjunto e o peso do estatuto do capitão na dinâmica da seleção.
Reações internacionais
O The Independent chamou Ronaldo de estátua e escreveu que houve sacrifícios de Portugal para o ego do capitão. O Telegraph comparou Ronaldo a Messi, sugerindo que o argentino continua num patamar superior. O L Équipe apontou que Portugal ofereceu ao mundo uma caricatura de si próprio no jogo de estreia.
A Gazzetta dello Sport indicou que o cenário mostrava um problema evidente em Portugal sob o comando de Martínez. O AS criticou a sexta participação de Ronaldo, descrevendo o resultado como decepcionante. O The Guardian avaliou que Portugal precisa de melhorias significativas.
Desempenho individual sob mira
O jornal espanhol destacou que Ronaldo não marcou no seu sexto Mundial e deixou o tom da notícia pesado para a seleção. O The Athletic relatou que a passagem de Ronaldo em campo não trouxe frutos, alimentando receios para o resto do torneio.
Críticas também chegaram a Bernardo Silva, com a Marca a qualificar a estreia de 45 minutos como terrível. O AS apontou que o jogador parecia perdido. Rafael Leão também ficou marcado por uma atuação abaixo do esperado, segundo a imprensa desportiva.
Por outro lado, João Neves recebeu elogios generalizados, com o AS a destacá-lo pela presença nas zonas de finalização. A Marca elogiou a dupla formada por João Neves e Vitinha, considerá-la determinante para a organização do meio-campo.
Próximo jogo
Portugal volta ao terreno de jogo na terça-feira, 23 de junho, diante do Uzbequistão, estreante no Mundial. A equipa precisa de vencer para manter viva a esperança de seguir na prova, numa fase de grupos que se mantém competitiva.
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