Bruno Fernandes afirmou que Portugal encara o Mundial 2026 com responsabilidade, mas essencial é jogar olho no jogo seguinte. O meio-campo frisou que o foco é jogo a jogo, destacando as dificuldades que a República Democrática do Congo pode apresentar.
Na antevisão da estreia, realizada no Estádio NRG, em Houston, o capitão destacou a exigência do torneio e a confiança no grupo. O médio recordou que o ranking não decide partidas e que o Congo é uma seleção com qualidade e o intercâmbio entre fisicalidade e transição.
Adversário e treino da seleção
Portugal abre o Grupo K contra a República Democrática do Congo, amanhã, às 12h locais (18h em Portugal). A partida será arbitrada por Abdulrahman Al Jassim, do Catar, no estádio de Houston.
Bruno Fernandes reforçou que o treinador Roberto Martínez pode optar por vários jogadores conforme o momento, frisando que todos respondem ao desafio. Rúben Dias fica de fora do primeiro jogo por indisponibilidade.
Preparação, nervos e entrosamento
O jogador, de 31 anos, também comentou que a época recente teve menos jogos oficiais, o que pode trazer pernas frescas para o primeiro encontro. Acrescentou que o grupo está unido, com foco no coletivo acima das individualidades.
O capitão elogiou a profundidade do meio-campo e reconheceu que o nervosismo é natural antes de jogos grandes. Mensagens de apoio foram deixadas aos companheiros Diogo Jota e André Silva, que vivem momento difícil.
Adaptação e preparação física
Ainda durante a sessão de preparação, a equipa portuguesa confirmou atividades de adaptação, incluindo uma visita de praia em Palm Beach. A mudança de ambiente faz parte da preparação para a estreia, segundo o grupo técnico, visando o melhor rendimento em campo.
O Mundial 2026, o primeiro com 48 seleções, decorre até 19 de julho, em território norte-americano, com jogos também no México e no Canadá. Portugal entra em campo na 1.ª jornada do Grupo K.
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