- Em Houston, Roberto Martínez disse que não é sobre a percentagem de acerto em livres diretos; há vários batedores na equipa.
- Questionado sobre quem acerta mais nos treinos, o treinador citou Bruno Fernandes, João Neves, João Cancelo e Nuno Mendes, além de Cristiano Ronaldo.
- Martínez explicou que a bola parada é um processo contínuo, com vários jogadores a praticar e a depender do jogo e do adversário; não há um único que bata tudo.
- Bruno Fernandes descreveu o Congo como uma equipa fisicamente forte, com boa capacidade de transição e ataques pelo lado direito; o adversário pode ter linhas de defesa flexíveis.
- O selecionador enfatizou a importância de Ronaldo no plano de jogo, mas sublinhou que o capitão é um finalizador vital que pode abrir espaço para os restantes jogadores.
Roberto Martínez destacou em Houston que a discussão sobre quem acerta mais livres diretos na seleção nacional não se resume a uma percentagem. O foco, disse, é um processo contínuo de bolas paradas, com vários batedores, de pés diferentes, a serem usados conforme o adversário.
O treinador explicou que não há um único jogador que bata todas as bolas paradas. A estratégia depende do jogo e do adversário, e há uma pool de jogadores que treinam repetidamente as bolas paradas, mantendo a seleção pronta para diferentes cenários.
Questionado especificamente sobre quem acerta mais livres diretos nos treinos, Martínez falou de forma abrangente. Referiu que Ronaldo é uma referência de muitos anos, mas apontou que Bruno Fernandes, João Neves, João Cancelo e Nuno Mendes também demonstram capacidade para executar as ações com efetividade.
A seleção e o Congo
Martínez reforçou que o Congo é uma equipa taticamente flexível, capaz de defender em bloco baixo ou alto e de explorar duelos físicos. Os blocos defensivos variam conforme o encontro, com transições rápidas e cruzamentos pela direita entre as zonas de maior pressão.
Bruno Fernandes descreveu, de forma objetiva, que o Congo é forte na defesa física, pode apresentar linhas de cinco ou quatro jogadores, e tem boa velocidade nas transições e nas ações de cruzamento. O meio-campo congolês demonstra controle da bola e mobilidade sem balón.
O técnico indicou que Ronaldo está a representar o Mundial como se fosse a estreia, enquanto o plano de jogo inclui utilizá-lo para libertar outros jogos. O capitão continua a ser visto como finalizador fundamental, com impacto nos movimentos que criam espaço para os restantes titulares.
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