- A FIFA absolveu o videoárbitro australiano Shaun Evans de alegadas mensagens associadas a grupos de supremacia branca, mantendo-o na competição do Mundial 2026.
- A decisão foi tomada pelo Comité Disciplinar independente após analisar o caso, sem encontrar evidências de violações do Código Disciplinar da FIFA.
- O incidente ocorreu minutos antes do jogo entre Alemanha e Curaçau (7-1), em Houston, quando Evans fez um gesto com o polegar e o indicador formando um círculo, com os outros dedos estendidos, interpretado por alguns como White Power.
- O painel antifidiscriminação Fare pediu a expulsão de Evans, mas a FIFA arquivou o processo, após ouvir o árbitro de 38 anos.
- Com a absolvição, Evans permanece elegível para trabalhar no Mundial 2026, que decorre até 19 de julho, num torneio com 48 seleções e 104 jogos.
A FIFA absolveu o videoárbitro australiano Shaun Evans de alegadas intenções políticas associadas a um gesto realizado antes de uma partida do Mundial2026. A decisão foi comunicada na segunda-feira pelo Comitê Disciplinar independente.
No jogo entre Alemanha e Curaçau (7-1), disputado em Houston, Evans foi filmado na sala de videoarbitragem em Dallas. O árbitro fez um círculo com o polegar e o indicador, com os outros dedos estendidos, gesto que alguns associaram a supremacia branca.
A Fare, painel anti-discriminação ligado à FIFA, pediu a expulsão de Evans. A FIFA, após analisar as imagens e ouvir o árbitro, arquivou o caso, não encontrando violação do Código Disciplinar.
Antes da decisão, Evans negou ter usado o gesto para transmitir mensagens políticas ou ideológicas, descrevendo o movimento como um tiques involuntário. Disse ainda que não tinha consciência de o ter repetido.
Ao ser absolvido, Evans mantém elegibilidade para atuar como VAR no Mundial2026, que decorre até 19 de julho e reúne 48 seleções em 104 jogos, numa organização tripartida entre EUA, México e Canadá.
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