- O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, afirma que a subida do IVA e das contribuições para a Segurança Social indica que a economia portuguesa está a crescer mais do que os primeiros dados do PIB apontam, mesmo com crise energética, guerra e incerteza global.
- Segundo o ministro, as receitas fiscais sobem pela evolução do consumo e do emprego, refletindo a capacidade de gerar riqueza e de financiar o Estado social.
- A explicação é de que o crescimento dessas receitas é um sinal de recuperação económica e de criação de emprego, não apenas de mudanças pontuais.
- Miranda Sarmento sustenta que o aumento das receitas fiscais é crucial para a sustentabilidade das contas públicas e para manter o bem-estar dos cidadãos, em contexto de crise.
O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, afirma que a subida do IVA e das contribuições para a Segurança Social indica um crescimento económico superior ao que mostram os primeiros dados do PIB. A leitura dele baseia-se no desempenho das receitas fiscais, ainda em contexto de crise energética e incerteza global.
Segundo o ministro, o aumento das receitas de impostos e contribuições revela maior dinamismo do consumo e do emprego. Este sinal, sustenta, reforça a perceção de recuperação da economia portuguesa.
Miranda Sarmento acrescenta que o padrão de receitas fiscais pode indicar capacidade reforçada de gerar riqueza e de financiar o Estado social. O objetivo, diz, é manter a sustentabilidade das contas públicas.
Contexto económico e leitura de dados
O ministro destaca a relação entre crescimento de receitas e financiamento do Estado social, ainda que os dados oficiais do PIB apresentem leituras distintas. A leitura apresentada foca no dinamismo de curta duração refletido pela cobrança tributária.
Em função da atual conjuntura internacional, o governo analisa as implicações da evolução fiscal para políticas públicas. A tendência, sublinha, é de recuperação económica gradual, com impactos no emprego e no consumo.
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