N’Dinga analisou o Congo à margem do Mundial de 2026, avaliando o primeiro adversário de Portugal. O ex-jogador português remete a recordações da Taça das Nações Africanas para apontar pressões e capacidades, especialmente na defesa.
Segundo o antigo atleta, o Congo tem mostrado evolução clara ao longo dos anos. Observa que a equipa africana já trabalha com jogadores a atuar na Europa e com maior consistência, o que aumenta o entrosamento coletivo.
N’Dinga recorda a carreira em Portugal, iniciada em 1986, vindo do Vita Club. Relembra que a geração de então era menos estável, com mudanças constantes no onze titular, e compara essa fase com o presente, onde tudo indica maior preparação e organização.
Apesar das mudanças, o antigo jogador acredita que Portugal permanece favorito no confronto inicial do grupo. Aposta num confronto equilibrado, com o Congo a explorar as próprias armas defensivas para contrariar o futebol europeu.
Entre na conversa da comunidade