Perante as preocupações com as restrições de viagem impostas pelos EUA, o comissário europeu do Desporto afirmou à Euronews que cabe aos países anfitriões decidir quem tem acesso, mas garantiu que o futebol deve ser acessível a todos. O Mundial de Futebol 2026 decorre no México, nos EUA e no Canadá.
A polémica começou antes do arranque do torneio, com medidas de segurança e incidentes de controlo fronteiriço a afetar adeptos e dirigentes. O árbitro somali Omar Atan foi detido no aeroporto de Miami e impedido de entrar por questões de verificação de antecedentes, impossibilitando que apitasse nos jogos atribuídos a ele.
Vistos e segurança
O comissário salientou que cada país anfitrião define os seus parâmetros de segurança, mas reforçou o objetivo de promover alegria e inclusão no torneio. Acrescentou que o boicote não resolve, e que os fãs devem poder seguir as suas equipas.
O Mundial será disputado com 48 seleções e 104 jogos, o que faz dele o maior da história. França e Espanha são apontadas como favoritas pelas casas de apostas. O Irão participa, com base instalada no México por questões de vistos e segurança, disputando os três jogos da fase de grupos nos EUA.
O comissário afirmou que o futebol serve para aproximar pessoas e países e comentou que, caso Espanha e França avancem, a Espanha poderá ser a vencedora; no entanto, sem pôr em causa resultados futuros, limitou-se a relacionar o potencial vencedor às probabilidades do evento.
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