O Mundial de 2026 arranca hoje com o México a receber a partida inaugural frente à África do Sul, outrora anfitriã em 2010. O torneio, que se estende pela fase de grupos até julho, utiliza um formato alargado com 48 seleções em competição e 104 jogos distribuídos por Canadá, México e Estados Unidos.
Participam 1248 jogadores num marco histórico para o futebol global, com cidades anfitriãs que incluem Toronto, Vancouver, Cidade do México, Guadalajara, Monterrey, Atlanta, Los Angeles, Nova Iorque, Miami, Boston, Dallas, Seattle e outras. Estádios emblemáticos como Azteca, MetLife e SoFi vão receber encontros-chave, incluindo a grande final noMetLife ou SoFi, dependente do calendário.
Entre as estreias estão Cabo Verde, Curaçau, Jordânia e Uzbequistão. Sob comando de Fabio Cannavaro, o Uzbequistão aposta num jovem valor do Manchester City, Abdukodir Khusanov, para surpreender no torneio.
Favoritos apontados pela imprensa e casas de apostas mantêm Espanha na linha da frente, após vencer o Euro 2024, com opções como Yamal e Nico Williams ainda a recuperar de lesões. França surge como bicampeã mundial em busca de reagir à derrota de 2022, enquanto Argentina, Inglaterra, Brasil e Alemanha aparecem entre as candidatas.
A preparação enfrentou controvérsias, especialmente relativas a vistos e preços de bilhetes. O Irão viu-se obrigado a treinar no México após dificuldades de visto nos EUA, e o avançado Breel Embolo também teve impedimentos iniciais de viagem. Bilhetes de ingresso geraram críticas, com faixas de preço elevados e anúncios de lotes mais acessíveis para determinados jogos.
Em resposta, a FIFA esclareceu que parte da verba dos bilhetes é reinvestida no desenvolvimento do futebol, enquanto críticas de adeptos continuam a ecoar. O Mundial 2026 promete, assim, um verão de futebol global com várias ligas a estrear-se no território norte-americano.
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