A Somália lamentou a proibição de entrada de Omar Abdulkadir Artan nos Estados Unidos, país que acolhe parte do Mundial2026. O Ministério da Juventude e Desporto disse que está a atuar em articulação com o Ministério dos Negócios Estrangeiros para obter explicações por via diplomática junto das autoridades norte‑americanas e da FIFA.
Segundo o comunicado somali, Artan tem representado o país e o desporto com profissionalismo ao longo da sua carreira. A nota aponta que a chamada de Artan ao Mundial é motivo de orgulho para os somalis e evidencia o crescimento do desporto no país.
Omar Abdulkadir Artan tem 34 anos. O texto do ministério agradece o apoio recebido da família do futebol e expressa receptividade aos próximos desafios da carreira do árbitro, mantendo uma atitude positiva.
A decisão de negar a entrada ocorreu numa segunda-feira, quando o árbitro não pôde viajar para os EUA, um dos três países‑sede do Mundial2026, que também inclui Canadá e México.
A FIFA confirmou que Artan não poderá treinar nem apitar jogos do Mundial2026. A organização destacou que não intervém nos procedimentos de visto dos países anfitriões e informou que a situação não deverá mudar no momento.
A FIFA reiterou que a situação está nas mãos das autoridades de imigração dos EUA e não houve indicação de alterações futuras no status de Artan. A resposta oficial mantém o foco na organização do torneio e no cumprimento das leis de imigração.
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