O árbitro Omar Abdulkadir Artan, da Somália, não poderá treinarem ou apitar no Mundial de 2026, depois de ter sido impedido de entrar nos Estados Unidos. A confirmação foi feita pela FIFA, em comunicado à AFP.
Segundo a FIFA, a decisão cabe aos Estados Unidos, anfitriões da competição, que negaram a entrada ao árbitro. A entidade descreveu que não com as regras de imigração e que a situação não deverá mudar neste momento.
O CBP indicou que, no dia 06 de junho, Artan chegou ao Aeroporto de Miami vindo de Istambul, foi submetido a triagem adicional e considerado inadmissível por questões relacionadas com a verificação de antecedentes. Artan tinha visto válido, segundo fontes da Somália.
Contexto e contexto local
A Somália já sofreu restrições de viagem para os EUA em certos períodos, o que complica análises sobre o caso. Artan era visto como um dos árbitros africanos mais respeitados e estava apontado para ser o primeiro somali a apitar num Mundial, integrando a lista de 52 árbitros do torneio que decorre entre maio e julho de 2026.
A FIFA reafirmou que não interfere nos procedimentos de visto do país anfitrião e que a decisão final cabe ao governo norte-americano. A comunidade futebolística tem aumentado o apelo por apoio ao árbitro neste momento.
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