Marilyn Monroe volta a marcar presença no mercado de leilões, com um evento em Beverly Hills que somou perto de 2 milhões de dólares. Objetos pessoais da atriz, incluindo itens de sessões fotográficas e pertenças íntimas, mostraram o crescente interesse pela memória da estrela. A venda ocorreu num hotel de luxo da região, organizada pela Julien’s Auctions.
Ao longo de mais de cinco horas, cerca de 190 lotes foram a leilão. Peças associadas a George Barris destacaram-se, incluindo um sofá amarelo e um painel com aves de avestruz, usados numa sessão de 1962. Os lances ultrapassaram expectativas, com valores que chegaram a 256 mil dólares por peça, já com encargos.
Itens íntimos e documentados
Entre as peças estavam batons usados, máscaras de pestanas, roupas de gala, cartas manuscritas e o primeiro contrato com a 20th Century Fox. Utensílios domésticos e itens da casa em Brentwood também constaram, oferecendo um retrato mais humano da atriz. Notas de estudo de interpretação e exercícios aparecem entre os lotes de maior interesse.
Alguns itens mostraram grande volatilidade, como um cartão do sindicato dos atores que saltou de centenas para mais de 25 mil dólares. Fotografias assinadas e diapositivos raros também superaram previsões, segundo a leiloeira. Muitos objetos vieram de círculos próximos de Monroe, que morreu aos 36 anos.
A memória que persiste
A leilão reafirmou a permanência do mito de Monroe na memória popular e na cultura de Hollywood. A estrela continua a inspirar moda e cinema, décadas após a sua morte, permanecendo uma referência de imagem pública e de curiosidade histórica. A avaliação financeira do evento sugere um interesse contínuo na sua biografia e legado.
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