O exército israelita realizou este sábado um ataque na cidade de Gaza, resultando em sete mortos e cerca de 20 feridos. O novo balanço eleva o total de mortos para mais de 850 desde o início do cessar-fogo, em 10 de outubro de 2025.
O alvo foi um veículo e um edifício habitacional vinculados a al-Haddad, reconhecido por Israel como líder do Hamas na Faixa de Gaza e designado como um dos responsáveis pelos ataques de 7 de outubro de 2023 em território israelita.
Segundo fontes oficiais israelitas, o objetivo da operação era capturar ou neutralizar o que classificam como liderança do Hamas e impedir ações hostis contra as forças israelitas, além de manter a pressão sobre o grupo.
As declarações conjuntas do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e do ministro da Defesa Israel Katz salientaram que o Hamas mantinha reféns em condições brutais, conduzia ataques contra as forças de defesa e rejeitava o acordo para desmilitarizar a Faixa de Gaza.
Em declarações públicas, Netanyahu afirmou que Israel controla atualmente 60% da Faixa de Gaza, sem indicar quando o território poderia ser devolvido aos palestinianos. A declaração foi feita pouco depois de anunciar a extensão do domínio e reforçou a posição israelita sobre o território.
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