O presidente da Agência Mundial Antidopagem (AMA), Witold Banka, pediu nesta terça-feira união global contra os Jogos Melhorados, programados para 2026 nos Estados Unidos. A competição permite o uso de substâncias para melhorar o desempenho e não realiza testes antidopagem.
Apoiada por vozes de vários sectores do desporto, a iniciativa enfrenta forte oposição por não seguir regras anti-dopagem. Banka reforçou que a luta contra o doping não pertence a uma nação nem a uma pessoa, chamando todos os agentes desportivos à cooperação.
Contexto e desdobramentos
O caso que alimenta tensões envolve a relação entre a AMA e os EUA, após 23 nadadores chineses serem absolvidos em 2024. A decisão, anunciada pouco antes de Paris 2024, levou os Estados Unidos a suspenderem contribuições financeiras à AMA em janeiro de 2025.
Travis Tygart, chefe da agência antidopagem dos EUA, tem sido crítico em relação à AMA desde então. Banka afirmou que algumas vozes promovem confronto entre nações, em vez de cooperação, e disse que tal postura contradiz o espírito de integridade no desporto.
Entre na conversa da comunidade