O Jardim Botânico do Porto está a lidar com vandalismo e furto de plantas, o que preocupa a direcção do espaço. A sebe de japoneiras, criada pelo viveirista Moreira da Silva em 1895, está a definhar.
Nos últimos cinco anos, várias camélias com mais de dois metros de altura morreram ou murcharam, aumentando os desafios de gestão do jardim. A situação foi comentada durante uma visita guiada que reuniu cerca de 50 participantes.
O director Paulo Faria Marques sublinhou que a sebe é emblemática e um elemento patrimonial do espaço, ligado à casa da poetisa Sophia de Melo Andresen. O jardim tem mais de 130 anos e enfrenta dificuldades históricas semelhantes.
Entre na conversa da comunidade