A economia portuguesa deverá crescer menos em 2026 face ao cenário anterior, empurrada por tempestades e pela guerra no Irão. Mesmo assim, o ponto de partida mais favorável de 2025 oferece ao Governo espaço para manter um excedente orçamental no próximo ano.
Segundo o Conselho das Finanças Públicas (CFP), o abrandamento do crescimento não impede a viabilidade de uma trajetória com défice controlado, caso se mantenham as metas e o enquadramento económico. A leitura baseia-se no contexto externo recente.
As projeções destacam, ainda, efeitos inflacionários e de custos que pesaram sobre a atividade. O CFP sublinha que não estão previstas mudanças abruptas nas regras fiscais, mantendo a orientação de disciplina orçamental para o período em análise.
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