A Itália garantiu o terceiro título consecutivo da Taça Davis ao vencer a Espanha na final disputada em Bolonha. A eliminatória ficou definida após as partidas de singulares, com Matteo Berrettini abrindo com vitória sobre Pablo Carreño Busta e Flávio Cobolli assegurando o desfecho no duelo decisivo frente a Jaume Munar. Ausentes Jannik Sinner e Lorenzo Musetti, a Itália contou com o esforço dos jogadores disponíveis para confirmar o título.
Berrettini, número 56 do ranking, abriu a eliminatória com um triunfo de 6-3, 6-4 sobre Carreño Busta, colocando pressão sobre a Espanha neste confronto single. O restante da eliminatória ficou a cargo de Cobolli, que enfrentou Munar em duelo decidido no tie-break.
Jaume Munar, 36.º do ranking, devolveu o embalo à Espanha ao vencer em três sets: 1-6, 7-6 (7-5), 7-5, após dois segundos de larga vitória no primeiro set. O espanhol entrou mais consistente em Bolonha, aproveitando duas quebras precoces para conquistar o set inicial em 35 minutos.
Flávio Cobolli, posição 22 no ranking, reagiu na segunda partida e levou a decisão para o tie-break, onde fechou o set decisivo em 11 jogos, vencendo por 7-5. Desta forma, a Itália consolidou a vitória sem necessidade de disputar o duelo de pares.
Desfecho e contexto
Com o triunfo, a Itália tornou-se a primeira seleção a vencer a Taça Davis três anos consecutivos desde a abolição do Challenge Round, em 1971. O título foi assegurado sem disputas adicionais entre pares, dada a vitória italiana nas singles.
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