José Azevedo, diretor desportivo da Efapel, participa na 52.ª Volta ao Algarve e mantém o foco no desenvolvimento do ciclismo nacional. O timing da declaração foi após críticas ao estado da modalidade em Portugal, ocorridas há meses.
Em agosto do ano passado, Azevedo criticou publicamente a situação do ciclismo luso e anunciou que a Efapel conduziria o calendário internacional em 2026. Na altura, afirmou que era necessário mudar o que estivesse a impedir o progresso do desporto.
Agora, já na Volta ao Algarve com a equipa laranja entre as 9 formações Continentais portuguesas, o dirigente sustenta ter apresentado apenas uma opinião sobre melhorias. Diz observar sinais positivos da Federação para o setor.
Sinais de evolução
Azevedo afirmou que a estrutura do ciclismo em Portugal pode evoluir, com passos práticos já a surgir. A presença da Efapel no evento confirma a continuidade da aposta no calendário internacional e na competição de alto nível.
A ovação pública de críticas por parte de dirigentes parece ter sido substituída por observação de resultados e de ações futuras. O responsável mantém o foco na melhoria estrutural que, na sua perspetiva, beneficiará a modalidade a médio prazo.
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