Federica Brignone tornou-se na atleta mais velha a vencer uma título olímpico de esqui alpino, ao triunfar no Super-G de Milão-Cortina 2026. A vitória ocorreu hoje, na pista Stelvio, em Milão-Cortina, sem alusões políticas ou opiniões.
A italiana completou o percurso em 1.23,41 minutos. Foi 0,41 segundos mais rápida que Romane Miradoli e 0,52 segundos mais ácida que Cornelia Huetter, respetivamente segunda e terceira classificadas.
A conquista surge menos de um ano após Brignone sofrer uma fratura grave na perna esquerda, com dupla fratura da tíbia e do perónio. Aos 35 anos, tornou-se a mais velha campeã olímpica no esqui alpino.
Recorde histórico
Brignone, que partiu como porta-estandarte de Itália na abertura dos jogos, soma já quatro medalhas olímpicas. Anteriormente tinha prata em Pequim 2022 e bronze em PyeongChang 2018 no slalom gigante, e bronze no combinado em Pequim 2022.
O milanense Milão-Cortina2026 marca a estreia de Brignone como medalhista de ouro em jogos de inverno, destacando o regresso competitivo após a lesão grave. A atleta mantém-se em evidência no desporto italiano.
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