Dois atletas noruegueses de salto de esqui foram suspensos por três meses no ano anterior após a equipa ter supostamente ajustado as costuras dos fatos na região da virilha durante o Campeonato Mundial de Esqui de 2025. A denúncia envolve alegações de que tais alterações poderiam criar um efeito de vela que aumentaria a distância do salto. O caso ficou conhecido como Penisgate.
A notícia ganhou notoriedade com uma matéria do jornal alemão Bild, que citou um médico sénior de um hospital de Krefeld. O especialista afirmou que é possível obter um engrossamento visual temporário do pénis com injeções de parafina ou ácido hialurónico, mas ressaltou que esse método não alonga o pénis e envolve riscos. Mantém-se sem evidência de aplicação clínica segura.
WADA reage sem confirmar detalhes técnicos, afirmando que o salto de esqui é uma modalidade com atenção a possíveis casos de dopagem. O presidente Witold Banka disse que, caso haja qualquer informação relevante, o organismo vai analisar o assunto.
O jornal Bild também mencionou que o médico consultado parece ter alertado para limitações e riscos associados a esse tipo de intervenção. Não houve confirmação oficial de que as injeções tenham sido utilizadas ou aprovadas pelos atletas envolvidos.
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WADA e autoridades mantêm avaliação em curso e declinam detalhes até terem informações verificadas. As informações públicas até o momento indicam apenas investigações sobre possíveis alterações de equipamento e procedimentos de treino, sem confirmação de dopagem ou de prática médica não autorizada.
O inspector-geral da WADA reiterou que qualquer evidência relevante será analisada de forma criteriosa, com base em dados verificáveis. O organismo não forneceu detalhes adicionais sobre o desenrolar do processo.
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