O regulador do esqui rejeita as alegações sobre injeções no pénis para alterar o desempenho. A FIS classifica o relato como rumor absurdo, sem qualquer indicação de que atletas tenham recorrido a ácido hialurónico para obter vantagem. A denúncia partiu de um tabloide alemão.
A notícia ganhou força após a Comunicação da WADA indicar disponibilidade para investigar se houver relação com doping. O órgão máximo do esqui sublinha que não há provas e que a substância não consta na lista proibida.
Reação da FIS
Bruno Sassi, porta-voz da FIS, descreveu o tema como puro boato e enfatizou a ausência de evidências. A agência antidopagem internacional também foi questionada, mas reiterou que o ácido hialurónico não está proibido e que o tema é da competência da FIS.
Contexto recente e controles
O tema surge após um escândalo de batota no ano anterior, com dirigentes da equipa norueguesa a serem suspensos por adulteração de fatos de esqui. A FIS já implementou controles mais rigorosos, incluindo verificações de equipamento e medições 3D.
Medidas na competição
Foram introduzidos microchips nos fatos de esqui para evitar manipulações. Os procedimentos de verificação aplicam-se antes e depois de cada salto, assegurando maior fiscalização durante os eventos.
Perspetivas futuras
O caso mantém-se em investigação, com as autoridades a avaliar qualquer pista que venha a surgir. A cobertura internacional continua a acompanhar eventuais desenvolvimentos no âmbito dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026.
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