O espetáculo do intervalo do Super Bowl deste ano tem Bad Bunny como cabeça de cartaz, numa aposta da NFL para atrair públicos. O concerto ocorre durante a final, marcada para domingo, 8 de fevereiro, às 23h30, em Portugal, com o objetivo de unir os fãs através da música e da celebração desportiva.
O artista porto-riquenho ganhou destaque após o seu discurso crítico às operações do ICE (Serviços de Imigração dos EUA) na cerimónia dos Grammy 2025, onde recebeu o prémio de Melhor Álbum. O momento trouxe maior atenção ao conjunto de escolhas para o intervalo.
O presidente da NFL, Roger Goodell, reiterou o entusiasmo pela atuação de Bad Bunny e disse que o cantor, pela sua dimensão global, deverá unir o público com a sua criatividade e talento durante o evento.
Controvérsia e reação
A escolha gerou controvérsia entre setores conservadores norte‑americanos, que questionaram a elegibilidade de um artista porto-riquenho para o palco do evento. O cantor manteve a postura de ativismo, dirigindo mensagens contra políticas de imigração durante a gala dos Grammys.
No palco, Bad Bunny apelou à unidade e ao respeito, destacando que os americanos são humanos, não rótulos, e que o amor pode superar o ódio. A plateia da Crypto.com Arena aplaudiu de pé a quem acompanhava a cerimónia.
A final da NFL mencionada envolve a aposta entre New England Patriots e Seattle Seahawks, conforme o programa para o dia 8 de fevereiro, com o jogo a iniciar no mesmo horário indicado para o espetáculo de meio‑tempo.
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