Margarida Silva conquistou a prata nos 1.500 metros dos Jogos Surdolímpicos de Tóquio, mesmo depois de perder uma sapatilha durante a prova. A atleta fez 4:40,60 e ficou atrás da russa Iuliia Abubiakirova, que disputou pela bandeira neutra, enquanto a queniana Sharon Bitok ficou em terceiro.
Este resultado eleva para três o número de medalhas da comitiva portuguesa em Tóquio, juntando-se ao ouro da judoca Joana Santos e ao bronze do ciclista André Soares. Margarida destacou que o percalço não a abalou e que correu de forma inteligente até ao final.
Amanhã decorrem novas provas dos Jogos Surdolímpicos Tóquio’2025, que vão até 26 de novembro, com cerca de 3.000 atletas. Portugal participa pela nona vez desde a estreia em 1993, competindo em cinco modalidades: atletismo, ciclismo, judo, natação e tiro, com 13 atletas no total.
Contexto da comitiva portuguesa
Portugal soma desde 1993, em Sófia, 20 medalhas no total, incluindo oito de ouro, cinco de prata e sete de bronze, com três já em Tóquio. A presença lusa continua a ampliar a participação em eventos de atletismo, ciclismo, judo, natação e tiro.
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