Tomás Paçó fala sobre o orgulho de envergar a braçadeira de capitão do Sporting e analisa o momento da equipa. O internacional luso concedeu uma entrevista à revista A BOLA, onde aborda o percurso no clube, o futuro e a hegemonia recente do Benfica na Liga Placard.
O jogador, terceiro na hierarquia de capitães, recorda a iniciação no GROB aos oito anos e o sentimento de honra pelo papel no Sporting, com respeito ao capitão Matos e ao subcapitão Merlim. Paçó assume manter o foco no coletivo e na Seleção, independentemente de títulos.
Sobre o momento competitivo, o Sporting está a seis pontos do Benfica após uma série de nove vitórias consecutivas, mas o foco não está apenas no campeonato. Paçó diz que a equipa trabalha para o Europeu e que a pausa não chega num momento decisivo para o clube.
No confronto com o Benfica, admite conversas entre jogadores, mas reforça que o ambiente é de respeito e foco no objetivo comum, sem depender de rivalidades entre clubes. A ligação à Seleção é apontada como prioridade.
Quando questionado sobre o tema de fim de ciclo, Paçó esclarece que há ciclos para todos, mas que o Sporting tem mantido desempenho de alto nível. A ideia é manter o clube competitivo e evoluir, com mais profissionalismo no confronto com adversários.
Quanto aos objetivos, o jogador pretende vencer tudo novamente com o Sporting e com a Seleção, reconhecendo uma obrigação de reconquistar o campeonato e manter-se no topo. O foco permanece no trabalho diário e na melhoria contínua.
Sobre o futuro, Paçó afirma que o Sporting é o clube de coração e oferece condições estáveis para manter a carreira. Ainda assim, não rejeita a hipótese de experiências novas, desde que o clube continue a apoiar o seu desenvolvimento.
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