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António Moreira rejeita encobrir buraco financeiro que trava o desporto

APOPA recorre ao Tribunal Central Administrativo após o Tribunal Arbitral do Desporto recusar providência cautelar para travar taxas da Federação Portuguesa de Atletismo, já em vigor

António Moreira é o presidente da APOPA
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A Associação Portuguesa de Organizadores de Provas de Atletismo (APOPA) recorreu para o Tribunal Central Administrativo, após o TAS recusar a providência cautelar para bloquear as taxas da FPA. A medida já está em vigor.

A decisão do TAS levou a APOP A a buscar uma solução judicial adicional junto do Tribunal Central Administrativo. O objetivo é impedir o efeito financeiro das taxas impostas pela Federação Portuguesa de Atletismo (FPA).

A Dúvida central é se as taxas representam uma barreira ao desporto, segundo a associação. A FPA já implementou as quantias, que motivaram a ação da APOP A.

Entidades em disputa

A APOP A acusa a FPA de introduzir encargos que podem comprometer a organização de provas. O processo envolve as duas entidades, com impacto potencial no calendário competitivo.

A FPA, por sua vez, justifica as taxas como forma de apoio à gestão e ao desenvolvimento das provas. Ainda não há data limite para a resolução do recurso pelo Tribunal Central Administrativo.

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