A Volta ao Algarve 2026 apresenta um percurso renovado, com pontos quentes de bonificação de tempo pela primeira vez. A prova decorre entre 18 e 22 de fevereiro, em pleno Algarve, com o objetivo de fortalecer o ranking internacional da corrida.
João Almeida, da UAE Emirates-XRG, surge como um dos grandes candidatos à vitória, disputando a liderança da equipa e o enredo da prova. A ausência do campeão em título, Jonas Vingegaard, é um dos grandes muitos a observar. O cartel português reforça a aposta nesta edição.
O presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo, Cândido Barbosa, explicou em Faro que os pontos quentes podem permitir reacções rápidas entre o pelotão, com ganhos de tempo em menos de 1,2 quilómetros. O formato visa manter a corrida competitiva desde o arranque.
Percurso e novidades
A Volta integra pela primeira vez a categoria UCI ProSeries 2.Pro, com a partida em Vila Real de Santo António e meta no Alto do Malhão, em Loulé, após cinco etapas. O traçado inclui pela primeira vez um contrarrelógio individual.
A prova mantém etapas planas e de média montanha, permitindo táticas diversas desde os primeiros dias. A organização espera que o novo formato aumente o interesse internacional e o público no Algarve.
Etapas e características
A primeira etapa percorre 185,60 km entre Vila Real de Santo António e Tavira, com três sprints bonificados em pouco mais de um quilómetro. A segunda etapa liga Portimão ao alto da Fóia, com 157,10 km e a primeira chegada em montanha.
No dia 20, a prova contempla um contrarrelógio de 19,5 km em Vilamoura, com passagem por Quarteira. A quarta etapa vai de Albufeira a Lagos, num percurso de 182,10 km, com um circuito final de 32 km.
A quinta e última etapa parte de Faro e termina no Alto do Malhão, após 153,10 km, com uma segunda passagem pela subida integrada num circuito final de 45 km. João Almeida volta a ser figura-chave na defesa de posição da UAE Emirates-XRG.
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