O ATP Challenger 100 marca o arranque da temporada internacional de ténis em Portugal, começando amanhã. O evento abre o calendário nos courts nacionais, com a participação de nomes nacionais de relevo e várias referências internacionais.
Ao longo do ano, Portugal volta a ser palco de diversas provas, incluindo especialistas em pares e torneios de singulares, que prometem oferecer um leque robusto de jogos para os fãs.
Jogadores portugueses em foco
Nuno Borges, considerado o melhor jogador português da atualidade, acumula títulos no circuito principal, incluindo o ATP 250 de Bastad em 2024. Em 2025, venceu Casper Ruud no Roland Garros, tornando-se no primeiro luso a derrotar um top-10 num Grand Slam desde João Sousa.
Jaime Faria figura entre os oito portugueses a alcançar o top-100 mundial. Em 2024 somou quatro ITF em Algarve e venceu o Oeiras Open. Em 2025 entrou no top-100, passando a marca de 87.º, e tornou-se no mais jovem português a passar uma ronda no quadro principal de um Major desde 1991, no Open da Austrália.
Henrique Rocha, formado na Maia e criado no Centro de Alto Rendimento, conquistou o ATP Challenger de Múrcia em 2024. Em Taça Davis, em 2024, em Noruega, venceu Casper Ruud e tornou-se no primeiro português a derrotar um top-10 pela equipa nacional.
Francisco Cabral completa os destaques nacionais, com o melhor ranking de sempre de um português no ranking de pares, ao alcançar a posição 19 em 2026. O lisboeta soma títulos em Brisbane (2026) e uma série de vitórias em pares ao longo de 2025.
Francisca Jorge encerrou 2025 com nove títulos consecutivos nacionais e 35 troféus de pares na carreira. No circuito mundial, integrou o top-100 em 2025, mantendo-se como peça-chave da Seleção Nacional da Billie Jean King Cup.
Matilde Jorge, irmã de Francisca, também alcançou o top-100 de pares e somou vitórias significativas em singulares, incluindo o título de W50 em Montemor-o-Novo. Em 2025, consolidou-se entre as melhores parcerias ibéricas com 29 títulos de pares.
Angelina Voloshchuk, número três nacional, destacou-se ao competir internacionalmente após a maioridade. Em 2025 atingiu quartos de final no WTA125 do Porto e venceu vários torneios W60/50, consolidando-se entre as melhores portuguesas em pares.
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