Desde o Open da Austrália, o prize-money nos Grand Slams continua a subir, apesar de os tenistas exigirem fatias maiores das receitas. A tendência mantém-se nos quatro torneios mais relevantes do ténis mundial.
O Open da Austrália, primeiro Grand Slam do ano, vai distribuir 64 milhões de euros em prémios. O aumento de 16% em relação a 2025 coloca-o perto de episódios anteriores, mas ainda aquém de outras provas como o Open dos EUA.
Ao longo de mais de 600 participantes, os montantes variam entre singulares, pares e mixos. Os campeões de singulares ficam com a fatia maior, com 2,4 milhões de euros para cada vencedor no fim de semana que encerra o evento.
Os torneios de qualificação também receberam aumento de 16%, assegurando um mínimo de 23 mil euros por tenista envolvido. A competição começa esta semana em Melbourne Park, com jogos a decorrer até ao fim de janeiro.
Os atletas portugueses em ação incluem Jaime Faria (151.º) e Henrique Rocha (157.º) nos quadros de qualificação, bem como Nuno Borges (45.º) no quadro principal de singulares. Francisco Cabral integra os pares com Lucas Miedler.
Nuno Borges, candidato a alcançar uma boa prestação, recebe prêmio de 86 mil euros pela primeira ronda no quadro principal, enquanto Cabral e o parceiro dividem, no mínimo, 23 mil euros. A participação portuguesa continua a ser relevante no torneio.
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