A egípcia Hajar Abdelkader pediu um wildcard para disputar o ITF em Nairobi, no Quénia, e acabou por entrar na competição por motivos logísticos de última hora. O evento ocorreu na capital queniana, com Abdelkader a enfrentar a alemã Lorena Schaedel na primeira ronda. A vitória foi da adversária por 6-0, 6-0, em 37 minutos, num encontro marcado por muitas falhas de serviço da jogadora do Quénia.
Durante o encontro, Abdelkader somou apenas três pontos, sendo dois deles resultado de duplas faltas da adversária. O desempenho desperdiçou oportunidades de inverter o resultado e gerou inúmeros comentários na internet, onde ficou apelidada de uma das piores tenistas a competir em ITF.
A federação de ténis do Quénia explicou que a entrada de Abdelkader ocorreu devido a uma desistência de última hora, sendo a jogadora egípcia a única que tinha solicitado um wildcard. A organização admitiu que, face ao nível exibido, o wildcard não deveria ter sido concedido, e garantiu medidas para evitar episódios semelhantes no futuro.
Reação da organização e próximos passos
A direção do torneio informou ter contactado ambas as jogadoras, Abdelkader e Schaedel, oferecendo apoio diante da ampla cobertura mediática. A federação acrescentou que manterá avaliação interna sobre critérios de concessão de bilhetes especiais para eventos futuros.
Dados oficiais sobre Abdelkader sugerem que, segundo o perfil da ITF, a jogadora atua no circuito há sete anos, mas a federação do Egito afirmou não a integrar em listas nacionais. O confronto entre Abdelkader e Schaedel marcou-se pela expressiva diferença de ranking entre as duas atletas, com Schaedel situada no ranking 1026 mundial.
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