João Ferreira, 24 anos, volta ao Dakar com a Toyota Hilux T1+, após terminar 8.º no ano passado. O objetivo é claro: lutar pela vitória numa edição com traçado reformulado.
O piloto prepara-se com treino intenso, apoiado por uma equipa estável. O foco é físico, mental e na cooperação entre piloto e navegador, essenciais para lidar com as dificuldades do deserto.
A corrida deste ano traz um traçado diferente, com o Toyota já vencedor em várias edições. A meta é vencer de novo, mantendo forte preparação diversificada ao longo de 15 dias de prova.
Preparação física e apoio técnico
Ferreira descreve a preparação como complexa, envolvendo treino diário, bicicleta, estrada e terra, aliada a uma dieta rigorosa para sustentar longas horas ao volante.
A distância percorrida diariamente é elevada: três a cinco horas por dia. O carro aguenta; o piloto precisa manter concentração constante, dia após dia.
No desfecho da prova, as dificuldades físicas superam as técnicas. O piloto reconhece a importância do apoio da equipa nos momentos de maior esforço.
Estrutura da equipa e papel do navegador
O piloto destaca o papel do copiloto Filipe Palmeiro, com quem mantém uma forte sintonia desde 2023. A cooperação é crucial para gerir adrenalina e navegação.
A equipa de apoio é extensa, com mecânicos, engenheiros, fisioterapeutas e logística. Em conjunto, chegam a cerca de 20 a 30 pessoas por carro.
Ferreira acredita que o desempenho depende não apenas do carro, mas de toda a máquina por trás, incluindo catering e apoio médico, para manter a forma e a alimentação adequadas.
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