- A partir de segunda-feira, o litoral norte vai registar alívio das temperaturas máximas e mínimas após vários dias de calor intenso.
- Bragança, Guarda, Castelo Branco e Portalegre mantêm alerta vermelho, com máximas a chegar aos 42 ºC; na terça-feira não há avisos máximos no continente.
- No litoral entre Viana do Castelo e Lisboa continua o tempo quente com alerta amarelo; norte com máximas até 25 ºC e mínimas de 16 ºC, Porto 26 ºC/17 ºC e Aveiro entre 19 ºC e 24 ºC; Mora registou 43,6 ºC no domingo.
- Lisboa mantém aviso vermelho, com máxima de 37 ºC e mínima de 22 ºC.
- O Governo declarou situação de alerta até segunda-feira, com medidas excecionais para incêndios; o ministro da Administração Interna adiantou que o estado de alerta deverá manter-se devido ao calor no interior, humidade baixa e ventos fortes.
O litoral norte vai sentir um alívio das temperaturas a partir de segunda-feira, com quedas nas máximas e mínimas após dias de calor intenso. Enquanto isso, Bragança, Guarda, Castelo Branco e Portalegre mantêm o alerta vermelho devido a temperaturas até 42 ºC, e na terça não deverão existir avisos máximos no continente.
Ao longo de esta fase, o tempo quente permanece na faixa costeira entre Viana do Castelo e Lisboa, com aviso amarelo. No extremo norte, o IPMA prevê 25 ºC de máximo e 16 ºC de mínima, céu parcialmente nublado, e no Porto temperaturas até 26 ºC/17 ºC, com céu pouco nublado. Em Aveiro, oscila entre 19 ºC e 24 ºC.
À medida que desce pela costa, as temperaturas tendem a subir. No território de Lisboa, este domingo mantém-se sob aviso vermelho, com máximas até 37 ºC e mínimas de 22 ºC. Fora destes distritos, o resto do país mantém avisos laranja e vermelho, com maior gravidade para Bragança, Guarda, Castelo Branco e Portalegre. Mora, Évora, registou 43,6 ºC neste domingo.
Desde o início do ano, Portugal já registou seis ondas de calor, o que evidencia maior frequência de episódios fora da época estival, segundo o IPMA. Os eventos de temperatura máxima acima da referência climatológica ocorreram em fevereiro, março (duas vezes), abril, maio e junho.
O Governo decretou, na quinta-feira, situação de alerta em todo o território continental, com medidas excecionais até às 23h59 de segunda-feira, devido ao agravamento do risco de incêndios rurais. No sábado, o ministro da Administração Interna admitiu que o estado de alerta deverá manter-se pela persistência de altas temperaturas no Interior, humidade muito baixa e ventos fortes.
O IPMA também realça que o aumento da temperatura varia conforme a localização, com zonas costeiras mais protegidas e áreas interiores sujeitas a valores elevados. O organismo alerta para a continuidade de condições de calor extremo até ao início da próxima semana, especialmente no interior.
As autoridades continuam a acompanhar a evolução meteorológica e a efetuar monitorização de áreas de maior risco. Não foram anunciadas alterações imediatas na gestão da situação de alerta, que permanece em vigor conforme o previsto.
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