- A onda de calor de maio em Portugal continental durou 9,5 dias, a segunda mais longa desde que há registos.
- Iniciou-se a 20 de maio no Alentejo e Vale do Tejo e estendeu-se a 24 de maio ao interior Norte e Centro.
- A magnitude foi de 77,3ºC, a segunda maior desde 1965, quando houve 81,5ºC.
- Mora registou 40,3ºC a 27 de maio, o novo máximo absoluto para o mês em Portugal.
- Maio ficou com média de 17,85ºC, 1ºC acima da normalidade (1991-2020), com precipitação abaixo do normal e redução da água no solo, especialmente no interior Centro e no Sul; o boletim final será publicado em meados de junho.
A onda de calor de maio em Portugal continental foi a segunda mais longa e com a segunda maior magnitude desde o início dos registos, segundo o IPMA. O fenómeno ocorreu entre 20 e 29 de maio, com início nas regiões do Alentejo e Vale do Tejo.
Segundo o boletim, a onda estendeu-se no dia 24 às regiões do interior do Norte e Centro, totalizando 9,5 dias de calor extremo e uma magnitude de 77,3 ºC, atrás do registo de 1965 com 81,5 ºC.
O IPMA destaca ainda que maio teve 25 novos extremos de temperatura máxima. Mora registou 40,3 ºC a 27 de maio, o novo máximo absoluto para o mês em Portugal continental.
Precipitação e humidade do solo
O mês ficou marcado por precipitação abaixo do normal em grande parte do território e pela diminuição da água disponível no solo até aos 100 cm, destacando-se o interior Centro e o Sul, especialmente no Alentejo e Algarve.
A análise atual é preliminar; a versão final do boletim de maio será publicada em meados de junho.
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