- Quatro meses após a tempestade Kristin, Portugal continua a ter acessos cortados e pessoas sem casa, sobretudo na região Centro.
- Exemplos de locais afetados: Rio Maior, Alcanena, Tabuaço, Pedrógão Pequeno e Porto de Mós.
- As estradas permanecem destruídas e a recuperação ainda não foi concluída.
- Com a época de incêndios à porta, aumenta a preocupação de que os bombeiros não consigam aceder a algumas zonas.
- A situação evidencia atraso na reconversão de infraestruturas e habitação afetadas pelo mau tempo.
Quatro meses após a tempestade Kristin, Portugal continua a sofrer com acessos cortados e pessoas sem casa. Os impactos concentram-se na região Centro, já duramente fustigada pelo mau tempo no início do ano.
Entre os locais afetados estão Rio Maior, Alcanena, Tabuaço, Pedrógão Pequeno e Porto de Mós. Estradas continuam destruídas e zonas residenciais permanecem isoladas, dificultando a recuperação.
Com a época de incêndios a aproximar-se, o risco aumenta. Em algumas zonas, a passagem de veículos de bombeiros pode ficar comprometida, o que eleva a preocupação das autoridades locais.
Situação regional
O desfecho dos trabalhos de reconstrução ainda não foi atingido, segundo informações de entidades municipais. Auxílios e prazos de recuperação permanecem sem resoluções claras para muitas famílias afetadas.
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