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Onda de calor: Irlanda atinge 30°C e Portugal aproxima-se de 37°C

Onda de calor em maio leva Irlanda a 30°C e Portugal a 37°C; multidões nas ruas e alertas de saúde reforçam preocupações climáticas

Mostrador de farmácia assinala 37 ºC às 11h56
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  • Em maio, a Irlanda registou temperaturas acima de 30 ºC pelo segundo dia consecutivo, com Dublin entre os locais mais quentes.
  • O episódio de calor invulgar situou-se entre os períodos de maio mais quentes já registados no país.
  • Em Portugal, as temperaturas atingiram 37 ºC na região de Santarém, antes do meio-dia, com o Tejo apresentando baixos níveis de água.
  • Moradores reuniram-se junto ao rio para se refrescarem e procuraram sombra nas áreas urbanas e rurais.
  • As Nações Unidas apelam a que este tipo de condições seja visto como sinal da crise climática, com científicos a ligar o aumento de ondas de calor às emissões de combustíveis fósseis.

A vaga de calor de maio levou a Irlanda a registar temperaturas acima dos 30 ºC pela segunda frente consecutiva, com Dublin entre as zonas mais afetadas. O episódio destacou um verão antecipado no país, fora do seu clima Atlântico habitual, e despertou preocupações ambientais entre a população.

Em Portugal, a temperatura chegou aos 37 ºC na região de Santarém, antes do meio-dia. Bancos de areia emergiram junto ao Tejo devido aos baixos caudais, enquanto moradores procuraram sombra e água para enfrentar o calor extremo. Observa-se que estas condições são cada vez mais comuns.

Impacto e resposta

Autoridades emitiram avisos de saúde para a região e vários serviços passaram a monitorizar a situação. Em Dublin, parques e praias registaram maior afluxo de pessoas em busca de alívio, com relatos de preocupações sobre os impactos climáticos. Cientistas associam o fenómeno ao aumento global de temperaturas.

Contexto climático

As Nações Unidas destacaram o episódio como um lembrete da crise climática, associando as vagas de calor à subida das temperaturas globais impulsionada por emissões de combustíveis fósseis. A comunidade científica aponta para maior frequência e intensidade de eventos extremos na Europa.

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