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Projeto-piloto da IP emitiu alertas em cheias repentinas e inundações no Seixal

Projeto-piloto de monitorização de cheias na EN378, Seixal, emitiu dois alertas reais e interrompeu a via por mais de três horas, demonstrando eficácia da solução

EN378, Seixal
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  • A Infraestruturas de Portugal concluiu o projeto-piloto de monitorização de cheias na EN 378, no Seixal, após 90 dias de testes, com dois alertas reais e corte preventivo da estrada.
  • O sistema está instalado ao quilómetro 5,5 da EN 378, em Fernão Ferro, com sensor de radar para medir a lâmina de água, sensor de inundação no pavimento, sistema de comunicação e estação meteorológica.
  • Durante os testes, registaram-se 464,8 milímetros de precipitação acumulada, mais de cinco vezes a média climatológica mensal de janeiro no Seixal.
  • Em dois dias de fevereiro (7 e 11), o sistema emitiu alertas de inundação que levaram ao corte da EN 378 por mais de três horas em cada ocasião.
  • A IP anunciou a adjudicação da reabilitação da EN 378 entre o Seixal e Fernão Ferro, num investimento de cerca de 15 milhões de euros, destacando a importância de combinar manutenção, drenagem e monitorização inteligente para reforçar a resiliência da rede.

O proyecto-piloto da IP para monitorizar cheias na EN 378, no Seixal, concluiu após 90 dias de testes. Durante o período, foram emitidos dois alertas reais e a subida da via foi cortada preventivamente por segurança.

A infraestrutura está instalada no quilómetro 5,5, em Fernão Ferro, numa zona considerada vulnerável a inundações. O sistema inclui radar para medir a lâmina de água, sensor de inundação no pavimento, rede de comunicação e estação meteorológica.

Durante os testes, precipitou 464,8 milímetros, superando cinco vezes a média mensal de janeiro no Seixal. O volume de chuva permitiu validar a capacidade de resposta do sistema.

Em dois dias de fevereiro, o equipamento acionou alertas de inundação que levaram ao corte temporário da EN 378, por mais de três horas em cada ocasião. A medida visou assegurar a circulação em segurança.

A IP afirma que os resultados mostram a utilidade do sistema para apoiar o Centro de Controlo de Tráfego na tomada de decisões e a reforçar a resposta a eventos extremos.

A análise destaca que o risco de inundação resulta da somatória de água pluvial com o comportamento do Rio Judeu. A IP reforça a necessidade de manutenção preventiva e de melhorar drenagens.

Os resultados indicam ainda que a combinação entre monitorização inteligente e intervenções de drenagem pode servir de modelo para outras zonas críticas da Rede Rodoviária Nacional, aumentando a resiliência.

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