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26 estradas permanecem cortadas no país após mau tempo

IP reporta 26 estradas encerradas após temporais, com 92% dos cortes já resolvidos, ainda há constrangimentos na resposta de projetistas e prazos longos

Ciclista em área afetada pela depressão Kristin perto de Lisboa
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  • Vinte e seis estradas continuam encerradas no território nacional, após a passagem de tempestades, com 92% dos cortes já resolvidos.
  • A IP registou mais de três centenas de cortes totais e aponta que várias vias nacionais e regionais mantêm circulação interrompida, incluindo EN oito, EN115, EN9, EN248, ER 2, EN347, entre outras.
  • Miguel Cruz, presidente da Infraestruturas de Portugal, informou durante o Conselho Intermunicipal da Região de Coimbra, em Arganil, sobre o estado das obras e prazos.
  • A IP já realizou 1.300 inspeções extraordinárias a pontes e outras obras de arte; não foram identificados problemas estruturais significativos, embora algumas avaliações subaquáticas permaneçam por fazer.
  • O organismo avisa que os eventos climáticos devem intensificar-se e que é necessário avançar com as intervenções para ter a maior parte concluída até dezembro de 2026, enfrentando eventuais constrangimentos.
  • Nota: 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março, durante o contexto das tempestades Kristin, Leonardo e Marta, com impactos significativos na habitação, atividade económica e infraestruturas.

A Infraestruturas de Portugal (IP) anunciou que 26 estradas no território nacional permanecem encerradas após a passagem das tempestades. Ao mesmo tempo, já foi possível resolver 92% dos cortes registados, de acordo com a IP. Miguel Cruz, presidente da IP, falou na abertura de uma reunião em Arganil.

A IP regista que chegaram a ocorrer mais de 300 cortes totais de troços, mas a maioria já foi reparada. As intervenções visam estabilizar plataformas, conter deslizamentos, melhorar drenagens e reconstruir infraestruturas afetadas.

Localização dos cortes

No distrito de Lisboa há 10 estradas com circulação interrompida, incluindo EN8-2, EN115, EN9, EN248 e variantes em Cadaval, Mafra, Alenquer, Arruda dos Vinhos e Sobral de Monte Agraço.

Na região de Coimbra existem cortes na ER 2 em Penacova, na EN 347, no ex-IC3, na ER110 e na EN342 em Arganil.

Mais dados e perspetivas

Em Viseu, as estradas EN323 e EN222 estão cortadas; em Setúbal, EN261-2 e EN378; em Santarém, EN114-2 e EN243. Há também cortes na EN232 (Manteigas), EN15 (Amarante), EN336 (Anadia), EN2 (Sertã) e EN243 (Porto de Mós).

A IP informou ainda que, durante o período de instabilidade, foram realizadas 1.300 inspeções extraordinárias a pontes e outras obras de arte. Não foram identificados problemas estruturais significativos até ao momento.

Miguel Cruz indicou que muitas intervenções deverão ter duração de quatro a seis meses, com possíveis constrangimentos na disponibilidade de projetistas e, em menor medida, de empreiteiros. O objetivo é que a maior parte das estradas volte a ter circulação estável até dezembro de 2026.

O presidente lembrou que os eventos climáticos tendem a intensificar-se e manter-se imprevisíveis, sublinhando a necessidade de planeamento e resposta rápidas para evitar perturbações em futuros episódios.

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