- Seis famílias desalojadas pela depressão Kristin em Marinha Grande vão ser realojadas em casas modulares T3 adquiridas pela Câmara, por um investimento de 90 mil euros.
- Quatro casas ficarão em Marinha Grande (Casal de Malta) e duas em Casal d’Anja, Vieira de Leiria; a ocupação está prevista até ao final do mês.
- Nas casas instaladas na sede do concelho, ocupadas por oito adultos e seis crianças, e nas de Vieira de Leiria, com quatro adultos, o objetivo é alojamento temporário.
- A autarquia afirma que estas casas oferecem uma solução estruturada e duradoura, que pode ser utilizada depois por outras famílias de emergência.
- Ainda há seis agregados familiares sem solução definitiva, enquanto a Câmara disponibilizou monoblocos para mais 38 pessoas que estiveram em centros de acolhimento.
Seis famílias desalojadas na sequência da depressão Kristin, que atingiu o concelho da Marinha Grande a 28 de janeiro, vão ser realojadas em casas modulares. A decisão foi confirmada pela vereadora Carla Santana, responsável pela ação social.
A Câmara Municipal comprou seis casas modulares, T3, com destino a alojamento temporário. Quatro vão ficar na Marinha Grande e duas em Vieira de Leiria, nas freguesias de Casal de Malta e Casal d’Anja, respetivamente.
Nas habitações em Casal de Malta, já em instalação, vão residir oito adultos e seis crianças. Em Casal d’Anja, serão quatro adultos. A autarquia estima que até ao final do mês estejam todos a ocupar as casas.
Investimento e funcionamento
O investimento municipal ascende a 90 mil euros, com habitações completamente equipadas e prontas a receber os seis agregados. Servirão até às recuperações das habitações de origem.
Segundo a Câmara, estas casas representam uma solução estruturada e duradoura. Quando não houver necessidade, podem ser utilizadas por outras famílias em emergência.
Situação alargada no concelho
Carla Santana indicou ainda que existem outros seis agregados desalojados, em hotéis ou na casa de familiares, cuja solução está em curso. A autarquia está a acompanhar estes casos.
No âmbito do mau tempo, a Câmara disponibilizou monoblocos para 38 pessoas, incluindo crianças, que estiveram em centros de acolhimento municipais.
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