- No primeiro trimestre de 2026, registaram-se cerca de 29,1 mil queixas escritas contra prestadores de serviços de comunicações, mais 7% que o mesmo período de 2025.
- As reclamações sobre serviços postais aumentaram 16%, totalizando 10,8 mil ocorrências e 37% do total.
- As queixas relativas a serviços de comunicações eletrónicas subiram 2%, somando 18,2 mil e representando 63% do total.
- O operador Meo foi o mais reclamado, com cerca de 7 mil queixas (38% do total) e um aumento de 2,3 mil face a 2025 (+49%).
- O principal motivo continua a ser a demora na reparação ou reparação deficiente de falhas nos serviços, respondendo por 29% das queixas sobre comunicações eletrónicas.
A entidade reguladora das comunicações, Anacom, informou que no primeiro trimestre de 2026 as reclamações contra prestadores de serviços de comunicações aumentaram face ao mesmo período de 2025. O total chegou a 29,1 mil queixas escritas, um crescimento de 7% (cerca de 2 mil) face ao primeiro trimestre de 2025, após uma queda de 11% no último trimestre de 2025.
Entre os serviços, as queixas relacionadas com os serviços postais subiram 16%, para 10,8 mil ocorrências, correspondendo a 37% do total. As reclamações sobre serviços de comunicações eletrónicas também aumentaram, em termos globais, em 2% e ascenderam a 18,2 mil, o que representa 63% do total.
A Meo manteve-se como o prestador mais reclamado, com cerca de 7 mil queixas no período, isto é, 38% do total. A operadora registou o maior aumento face a 2025, com mais 2,3 mil reclamações (+49%). O principal motivo continua a ser a demora ou a reparação deficiente de falhas nos serviços, representando 29% do total de queixas sobre comunicações eletrónicas.
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