- No Falar Global desta semana, a Sonae apresenta um projeto para criar um laboratório onde as equipas testam tecnologias antes de as colocar ao serviço dos consumidores.
- Entre os temas, destacam-se robôs que eliminam ervas daninhas e algoritmos que detetam cancro na próstata, evidenciando o impacto da inteligência artificial na economia.
- Também é apresentada a cidade portuguesa eleita Capital Europeia da Cultura em 2027.
- O artigo inclui o projeto Clubes de Ciência Viva, que reúne escolas, universidades e empresas em torno da ciência e da tecnologia.
- Por fim, discute-se como as tecnologias podem ajudar o desenvolvimento das crianças, mas também pôr em risco esse desenvolvimento.
A Sonae anunciou nesta semana um novo projeto para transformar a forma como as tecnologias chegam ao consumidor. A empresa pretende criar um laboratório interno onde as equipas vão testar inovações antes de serem colocadas à disposição dos clientes.
O objetivo é identificar falhas e ajustar soluções em fases iniciais, reduzindo riscos e custos associados à implementação. O laboratório funcionará como um espaço de validação de produtos e serviços, com participação de diferentes áreas da empresa.
A iniciativa, apresentada no âmbito do programa Falar Global, visa acelerar a maturação de tecnologias e melhorar a experiência de compra. O formato permite simulações em ambiente controlado para avaliação de impacto.
Laboratório de Testes Tecnológicos da Sonae
O espaço terá metodologias de avaliação contínua, envolvendo equipas técnicas, comerciais e de experiência do utilizador. O foco está na garantia de qualidade e na integração suave das inovações no negócio.
A Sonae afirma que o laboratório permitirá decisões mais rápidas e fundamentadas. O objetivo é alinhar tecnologia com necessidades dos consumidores e da cadeia de abastecimento.
Entre na conversa da comunidade