- As passkeys são um método de autenticação que substitui as palavras-passe tradicionais; ao iniciar sessão basta desbloquear o smartphone ou o computador.
- Foram criadas pela FIDO Alliance, em parceria com a Microsoft, Google e Apple, com base na criptografia de chave pública e verificação por PIN ou dados biométricos.
- Ao criar uma conta, o serviço gera duas chaves: uma pública, armazenada pelo serviço, e uma privada, fica apenas no dispositivo do utilizador; a autenticação usa essa chave privada.
- Vantagens: maior resistência a fraudes online e recuperação de acesso entre dispositivos, já que as chaves são únicas e podem ser sincronizadas entre equipamentos.
- Ainda não estão disponíveis em todos os serviços; até lá, recomenda-se manter boas práticas de cibersegurança, como passwords fortes, únicas e a autenticação de dois fatores.
As passkeys, ou chaves de acesso, são um método de autenticação que visa substituir as palavras-passe tradicionais. Ao iniciar sessão numa conta online, basta desbloquear o smartphone ou o computador para aceder, sem digitar uma senha.
As palavras-passe continuam a ser um ponto fraco da segurança online. Muitas pessoas escolhem combinações fáceis de adivinhar, aumentando o risco de fraudes e roubo de dados, especialmente com evoluções tecnológicas usadas por cibercriminosos.
Como funcionam as passkeys
Criadas pela FIDO Alliance em parceria com Microsoft, Google e Apple, as passkeys utilizam criptografia de chave pública. Ao criar uma conta, o sistema gera uma chave pública no serviço e uma chave privada no dispositivo do utilizador.
Ao iniciar sessão, o serviço valida a chave privada no dispositivo, eliminando a necessidade de introduzir uma password. A autenticação pode exigir PIN ou dados biométricos, como impressão digital ou rosto.
Vantagens e disponibilidade
As passkeys são mais resistentes a tentativas de fraude e a roubo de contas, uma vez que cada chave é única e requer acesso físico ao equipamento. Também permitem sincronização segura entre dispositivos para recuperação de acesso.
Apesar do progresso, a tecnologia ainda não está disponível em todos os serviços. Enquanto a adoção aumenta, continuam-se a recomendar boas práticas de cibersegurança.
Boas práticas recomendadas
1. Passwords fortes, com mais de 12 caracteres e combinação de letras, números e símbolos.
2. Não reutilizar credenciais entre serviços.
3. Manter as passwords privadas e protegidas.
4. Ativar autenticação de dois fatores sempre que possível.
Francisca Andrade
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