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Associação contesta mercados e arraiais em praças de Lisboa

Fórum Cidadania Lx contesta ocupação contínua de praças por mercados e arraiais em Lisboa; petição exige limites, Câmara estuda ajustes

Ocupação temporária de praças por eventos está no centro da polémica.
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  • O Fórum Cidadania Lx lançou uma petição à Câmara Municipal de Lisboa e às juntas de freguesia de Misericórdia, Santo António e Santa Maria Maior, contestando a ocupação de praças por mercados, arraiais e eventos temporários.
  • A petição é dirigida ao presidente da Câmara, Carlos Moedas, e a entidades ligadas ao turismo e ao comércio.
  • A Câmara admite introduzir ajustamentos, mas sustenta que o modelo atual dinamiza a cidade e apoia a economia local.
  • A petição afirma que barracas, tendas, palcos e estruturas publicitárias já não se limiting a épocas festivas, tornando-se quase permanente em locais emblemáticos de Lisboa.

O Fórum Cidadania Lx lançou uma petição dirigida à Câmara Municipal de Lisboa e às juntas de freguesia para contestar a ocupação de praças por mercados, arraiais e eventos temporários na cidade. A iniciativa surge numa altura em que a temática volta a ganhar impacto público.

A petição aponta que barracas, tendas, palcos e estruturas publicitárias deixaram de ter natureza sazonal, passando a ocupar alguns locais emblemáticos de Lisboa quase de forma permanente. O texto dirige-se ao presidente da Câmara, Carlos Moedas, e às juntas de freguesia da Misericórdia, Santo António e Santa Maria Maior, bem como a entidades ligadas ao turismo e ao comércio.

Quem assina a petição sustenta que a presença contínua de estruturas públicas compromete a dinâmica urbana e altera a imagem de determinadas praças, afetando a vida local. A iniciativa afirma ainda que é fundamental equacionar medidas que garantam equilíbrio entre atividades económicas e qualidade de espaço público.

Resposta da Câmara e próximos passos

A Câmara Municipal de Lisboa reconhece a possibilidade de ajustamentos, mas sublinha que o atual modelo contribui para dinamizar a cidade e apoiar a economia local. O município pode avaliar alterações regulatórias para acomodar diferentes usos dos espaços públicos.

Segundo a autarquia, a avaliação envolve impactos na mobilidade, na segurança e na gestão de espaços, com consultas às juntas de freguesia e aos setores interessados. Não foram apresentadas datas definidas para a decisão ou para eventuais ajustes.

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