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Protesto de moradores reúne 100 contra transferência de sala de chuto para o Aleixo

Protesto de cerca de 100 moradores do Porto contra a transferência da sala de consumo assistido da Pasteleira para o Aleixo, sem fundamentação técnica

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  • Cerca de 100 moradores das zonas das Condominhas e do Fluvial, no Porto, manifestaram-se ao final da tarde contra a transferência da sala de chuto da Pasteleira para os terrenos do antigo Bairro do Aleixo.
  • Alberto Baldaque, do Movimento Cívico Porto Cidade Responsável, afirmou que a Câmara do Porto não apresentou fundamentação técnica para a mudança e lembrou que “há consumo onde há venda”.
  • Baldaque afirmou ainda que o consumidor que vai à Pasteleira não vem ao Aleixo consumir.
  • Manuel Gericota, da Associação de Moradores das Condominhas, disse que “38% do consumo é na Pasteleira e apenas 8% no Aleixo” e questionou a falta de estudo que demonstre benefícios para toxicodependentes e moradores.

Cerca de 100 moradores das zonas das Condominhas e do Fluvial, no Porto, manifestaram-se ao final da tarde desta sexta-feira contra a transferência da sala de consumo assistido da Pasteleira para os terrenos do antigo Bairro do Aleixo. A contestação decorreu junto aos locais envolvendo a mudança anunciada.

O Movimento Cívico Porto Cidade Responsável, liderado por Alberto Baldaque, afirma que a Câmara do Porto não apresentou fundamentação técnica para a deslocação da sala de consumo assistido. Segundo os protestantes, não há evidência de que o movimento seja benéfico para os toxicodependentes ou para a comunidade envolvente.

De acordo com Manuel Gericota, à frente da Associação de Moradores das Condominhas, existem dados que indicam que o consumo ocorre maioritariamente na Pasteleira. Ele sustenta que a maioria das compras não é deslocada para o Aleixo e acusa a ausência de estudo que justifique a transferência.

Os moradores destacam que a decisão envolve questões de organização urbana e de saúde pública, sem uma comunicação clara sobre impactos na utilização do serviço. O movimento cívico e a associação apelam a uma reavaliação, com análise técnica e participação da comunidade.

Até ao momento, não foram divulgadas declarações oficiais adicionais por parte da Câmara do Porto sobre o processo de transferência ou sobre os próximos passos da avaliação.

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