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Metrobus pode crescer no centro de Coimbra

Metro Mondego avança estudos de viabilidade para ampliar o metrobus no centro de Coimbra, ligando Solum aos hospitais

Rede do Metro pode crescer dentro e fora de Coimbra
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  • A Metro Mondego vai avançar com estudos de viabilidade de extensões do metrobus no centro de Coimbra, e da rede a Cantanhede, Mealhada e Condeixa-a-Nova, incluindo a ligação entre a Solum e os hospitais e o Polo II da Universidade de Coimbra.
  • Em maio houve despacho do Governo para avançar com estudos de expansão até Condeixa-a-Nova, Cantanhede e Mealhada; agora incluem também análises no centro urbano de Coimbra.
  • O serviço funciona hoje em Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo, com autocarros elétricos em via dedicada, ainda sem rede totalmente concluída.
  • A operação deverá ser estendida até Coimbra-B e à Praça da República em agosto, com a linha dos hospitais prevista concluir no primeiro trimestre de 2027.
  • A Câmara aprovou a aquisição do edifício ponte da Metro Mondego, na Baixa, por 1 milhão de euros, financiamento da autarquia, e também irá atribuir a Chave de Honra da Cidade à ministra do Ambiente; a decisão gerou críticas da oposição.

A Metro Mondego vai avançar com estudos de viabilidade para extensões do metrobus no centro de Coimbra, além da expansão da rede a Cantanhede, Mealhada e Condeixa-a-Nova. A informação foi formalizada pela Câmara Municipal de Coimbra.

A presidente da Câmara, Ana Abrunhosa, afirmou na reunião de executivo que a empresa assegura também a análise da viabilidade de ligarem o centro urbano de Coimbra à Solum, aos hospitais e ao Polo II da Universidade de Coimbra. O Governo já tinha mandado clarificar o âmbito dos estudos.

Segundo o despacho governamental de maio, a Metro Mondego deve estudar a expansão até Condeixa-a-Nova, Cantanhede e Mealhada. A autarquia ressalva que, para além disso, há avaliação de ligações no centro da cidade com o hospital e o Polo II, como parte do projeto.

A Metro Mondego e a Infraestruturas de Portugal indicam que a operação pode chegar a Coimbra-B e à Praça da República já em agosto, com a conclusão da linha dos hospitais prevista para o primeiro trimestre de 2027. O serviço atual funciona em Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo com autocarros elétricos.

Na reunião ficou ainda a notícia de que o município quer adquirir o edifício ponte da Metro Mondego, situado sobre a via central na Baixa. O vereador Luís Filipe disse que a proposta é de um milhão de euros, valor já reservado no orçamento, e que o imóvel poderá acolher serviços municipais.

A oposição criticou a aquisição. O ex-presidente da Câmara, José Manuel Silva (PSD), disse que o espaço tem elevado potencial comercial e poderia servir lojas ou habitação, em vez de acolher serviços públicos.

Chave da Cidade e homenagens

O município aprovou a atribuição da Chave de Honra da Cidade à ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, pelo apoio às cheias do Mondego e à recuperação dos danos. A Câmara deve ainda distinguir com a Medalha da Cidade o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, José Pimenta Machado, o reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão, e os ex-reitores João Gabriel Silva e Fernando Seabra Santos.

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