- Sobreviventes do 27 de Maio, em Angola, consideram a lista de ossadas apresentada pela Civicop como falsa.
- Encontraram o próprio nome num inventário com mais de seiscentos corpos e detetaram irregularidades graves no processo.
- A contestação centra-se na veracidade da lista e nas falhas percebidas no método de elaboração do inventário.
Os sobreviventes do 27 de Maio em Angola contestam a lista de ossadas apresentada pela Civicop, classificando-a de falsa. Ao ver o seu próprio nome num inventário com mais de 600 corpos, questionam a veracidade do documento e as metodologias de identificação usadas.
Segundo os relatos recolhidos, os sobreviventes detectaram irregularidades no processo de reconhecimento das vítimas, incluindo inconsistências de dados e falta de informações sobre os critérios de inclusão na lista. A defesa da autenticidade é marcada pela indignação perante o que consideram um erro grave.
A Civicop divulgou a lista como parte do registo de ossadas associadas ao conflito, mas os impactos são sentidos por famílias e comunidades que esperam esclarecimentos. As autoridades não divulgaram até ao momento novas informações públicas sobre possíveis retificações ou investigações.
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