- Os contratos que terminam a 30 de Junho afetam 10 famílias da Rua Garcia de Orta, em Vila Nova de Gaia.
- Os moradores, de baixos rendimentos, voltaram à reunião de executivo após um mês sem respostas da autarquia.
- A Câmara Municipal de Gaia anunciou que vai criar uma equipa para acompanhar os moradores e procurar, dentro do possível, uma solução.
- O caso envolve um casal que comprou toda a rua, deixando os residentes em situação de incerteza.
- A autarquia procura evitar despejos ou realojamentos forçados, assegurando apoio às famílias enquanto possível.
Um casal comprou a totalidade da Rua Garcia de Orta, em Vila Nova de Gaia, deixando 10 famílias em risco de ficar sem casa. Os contratos de arrendamento mais antigos terminam a 30 de Junho, sem alternativas já apresentadas.
Moradores com baixos rendimentos voltaram hoje à reunião de executivo, após um mês sem respostas da Câmara Municipal. O objetivo é esclarecer o que se pode fazer para manter as famílias no local, mesmo com os prazos em curso.
A autarquia anunciou a criação de uma equipa dedicada a acompanhar os moradores e procurar, dentro do possível, uma solução para as 10 famílias afetadas. A Câmara pretende avaliar opções de suporte e de mitigação do despejo.
Medidas da Câmara
A equipa promoverá contactos com proprietários e entidades envolvidas, com o intuito de clarificar soluções temporárias ou permanentes. O município não indicou prazos adicionais, mantendo o foco na assistência aos inquilinos mais vulneráveis.
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