- Metade dos alunos do 6.º ano realiza hoje a prova de Português da Monitorização de Aprendizagem (ModA), reagendada após a greve geral.
- A greve de 3 de junho impediu a realização da prova em cerca de 52% das escolas; o Ministério da Educação delineou um plano de contingência para não prejudicar os alunos.
- O novo enunciado permite comparar os resultados entre turmas; as provas são digitais, modelo já testado em abril.
- Este ano, as provas ModA começaram a 27 de maio, com 4.º ano a cumprir Educação Artística e 6.º ano a fazer Inglês; Português e Matemática são atividades regulares.
- A ModA substitui a aferição obrigatória, não conta para a nota final e envolve cerca de 90 mil alunos do 1.º e 2.º ciclos.
A maioria dos alunos do 6.º ano está a realizar hoje a última prova de Monitorização de Aprendizagem (ModA). A avaliação inicialmente prevista para a semana passada foi adiada devido à greve geral contra o pacote laboral.
Segundo o Ministério da Educação, a greve de 3 de junho inviabilizou a realização da prova de Português em cerca de metade das escolas, representando 52%. O órgão reageu com um plano de contingência para evitar prejudicar os estudantes e estabeleceu um novo enunciado para facilitar a comparação de resultados.
Este ano, as ModA começaram a 27 de maio, com os alunos do 4.º ano a avaliar Educação Artística e os do 6.º ano a fazer prova de Inglês. As provas de Português e Matemática mantêm-se como disciplinas obrigatórias para os dois ciclos.
As provas decoram em formato digital, modelo já testado em ensaios realizados em abril. O objetivo é diagnosticar competências sem afetar a nota final, para cerca de 90 mil alunos finalistas do 1.º e 2.º ciclos.
Contexto e cenário atual
Diante de dificuldades técnicas reportadas no ano passado, o Ministério afirmou ter verificado melhorias para a edição em curso. Esta modalidade substitui as antigas provas de aferição, mantendo-se em caráter diagnóstico e não contributivo para as escolhas de avaliação final.
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