- O professor Rui Pereira explicou as ações das famílias do bairro do Talude, em Lisboa, para travar as demolições, num conjunto de obras iniciadas há mais de cinquenta anos.
- As famílias tiveram de realizar protestos, ações judiciais e resistência física para impedir as demolições.
- Na Assembleia da República, foi entregue uma petição com mais de dez mil assinaturas contra as demolições.
- Foram apresentadas ações judiciais contra a Câmara Municipal de Lisboa, responsável pela demolição das casas do bairro.
- Houve resistência física às obras, impedindo a entrada de máquinas no bairro.
O professor Rui Pereira explicou nesta terça-feira o que as famílias do bairro do Talude, em Lisboa, tiveram de fazer para travar as demolições. O bairro foi construído há mais de 50 anos e está no centro do conflito.
Segundo o docente, as famílias recorreram a várias ações para impedir as demolições, incluindo protestos, ações judiciais e resistência física. A intervenção visou contrariar as obras nas casas do bairro.
Pereira destacou que houve um protesto na Assembleia da República, onde foi entregue uma petição com mais de 10 mil assinaturas contra as demolições. A iniciativa contou com participação de moradores.
Além disso, as famílias apresentaram ações judiciais contra a Câmara Municipal de Lisboa, que planeia demolir parte do bairro, segundo o professor. Os processos visam paralisar as demolições.
Conforme o avaliou, a resistência dos moradores também incluiu a impedimento de entrada de máquinas de demolição no bairro, numa postura que o docente classifica como de defesa de direitos básicos à habitação.
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