- O contrato entre a Câmara do Porto e o fundo Invesurb, assinado em 2010 para os terrenos do antigo Bairro do Aleixo, vai sofrer a sétima alteração.
- Os terrenos, onde se encontravam torres habitacionais e instalações da EDP demolidas, previam a construção de dez edifícios de habitação, comércio e serviços, mas o processo tem atrasos.
- A reunião de Câmara vai apresentar uma proposta para prorrogar, por seis meses, o contrato com o Invesurb e pagar a última tranche de 2,7 milhões de euros ao município.
- O projeto continua sem sair do papel devido aos trâmites urbanísticos atrasados.
O contrato entre a Câmara do Porto e o fundo Invesurb para os terrenos do antigo Bairro do Aleixo, assinado em 2010, vai sofrer a sétima alteração. O projeto prevê a construção de 10 edifícios para habitação, comércio e serviços numa área com torres demolidas e instalações da EDP já reformadas. O atraso nos trâmites urbanísticos tem ditado sucessivos adiamentos.
A reunião de Câmara do Porto, marcada para terça-feira, vai analisar a prorrogação do contrato por mais seis meses e o pagamento da última tranche, no valor de 2,7 milhões de euros, pelo fundo.
O objetivo é avançar com o projeto que, apesar de ter sido acordado há 16 anos, permanece sem saída prática. A autarquia mantém o apoio ao investimento do Invesurb para a requalificação da zona.
Desafios e prazos
- Acompanham a negociação dificuldades administrativas que atrasam o licenciamento e a gestão de infraestruturas.
- O desfecho depende de pareceres técnicos e da aprovação de instrumentos urbanísticos que permitam a construção prevista.
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