- Apicultores portugueses que perderam tudo estão hesitantes em recomeçar, apesar das dificuldades enfrentadas.
- Existe apoio através de projetos como o “Juntos pelas abelhas” da Nestlé, que tem ajudado a manter a atividade.
- Este ano, no Dia Mundial das Abelhas, foram oferecidas 600 colmeias.
- A distribuição foi dividida entre as vítimas das tempestades (300 colmeias) e apicultores afetados por fogos (300 colmeias).
Doação de 600 colmeias da Nestlé aos apicultores portugueses comoveu o setor, em especial na sequência de tragédias naturais que afetaram várias regiões. A iniciativa foi anunciada nesta semana, à margem do Dia Mundial das Abelhas, celebrado a 20 de maio.
A ação integra o programa Juntos pelas abelhas, impulsionado pela Nestlé. Do total, 300 colmeias vão apoiar produtores que ficaram sem meios de subsistência devido às tempestades, enquanto outras 300 destinam-se a apicultores atingidos por fogos.
O objetivo é manter a atividade apícola e ajudar a complementar rendimentos em tempos de crise. O apoio chega a gestores de colmeias dispersos por diferentes regiões do país, onde as perdas foram mais sentidas.
Doações e impacto
A entrega de colmeias pretende estabilizar a produção aliviando custos imediatos. As unidades recebidas devem permitir a continuação das atividades, incluindo a manutenção de abelhas e a produção de mel, mesmo frente a adversidades recentes.
Especialistas destacam a importância de apoiar a transformação agrícola local, que depende da saúde das colmeias. O projeto reforça uma rede de solidariedade entre empresas, agricultores e comunidades rurais.
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