- Trabalhadores da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) entram numa greve de quatro dias: 1, 2, 3 e 5 de junho.
- A greve foi convocada pelo Sindicato dos Técnicos de Migração (STM) em protesto contra a degradação das condições de trabalho e da pressão sobre os trabalhadores, sem reforço de meios.
- O STM acusa o Governo de não tomar medidas para dignidade, estabilidade e valorização das funções dos técnicos de migração, e de incumprir compromissos assumidos.
- Entre as preocupações estão a incapacidade de resposta célere aos processos de regularização, com reflexos nos trabalhadores e nos cidadãos estrangeiros, e o recurso ao outsourcing em funções técnicas.
- O sindicato também critica a deterioração da imagem institucional da AIMA, que afecta a valorização e o reconhecimento dos profissionais.
Uma greve de quatro dias está em curso entre os trabalhadores da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA). O protesto foi convocado pelo Sindicato dos Técnicos de Migração (STM) e decorre nos dias 1, 2, 3 e 5 de junho. A ação tem lugar no âmbito nacional, com foco nos serviços prestados pela AIMA.
O objetivo é reagir à degradação das condições de trabalho e à pressão sobre os trabalhadores, afirmando a necessidade de reforço de recursos humanos e técnicos. O STM sustenta que não existem medidas eficazes para garantir dignidade, estabilidade e valorização das funções dos técnicos de migração.
Segundo o sindicato, persistem problemas estruturais que afetam o funcionamento dos serviços e o atendimento aos cidadãos. Preocupam-se com atrasos nos processos de regularização e com o recurso a outsourcing em funções de elevada complexidade técnica, o que coloca em causa a qualidade do serviço público.
Motivos e impactos
A insatisfação centra-se na falta de resposta célere aos processos, com reflexos diretos nos trabalhadores e nos cidadãos. O STM aponta ainda para a deterioração da imagem institucional da AIMA, que pode prejudicar o reconhecimento profissional.
A greve visa, assim, exigir medidas concretas por parte do Governo para assegurar condições de trabalho dignas e estáveis. O objetivo é evitar impactos adicionais nos serviços turnos de atendimento e nos prazos de regularização.
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