- Nos primeiros três meses deste ano, a Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica registou 1.383 pessoas: 678 mulheres, 684 crianças e 21 homens.
- Pela primeira vez, o número de crianças acolhidas em casas abrigo e espaços de acolhimento de emergência foi superior ao das mulheres.
- Os dados foram divulgados no Portal de Violência Doméstica pela Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG).
- Em relação ao trimestre anterior, as casas de abrigo acolheram mais 61 crianças e menos 27 mulheres.
- A informação indica uma tendência de maior acolhimento de crianças nas unidades de abrigo no primeiro trimestre.
Nos primeiros três meses deste ano, a Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica acolheu 1.383 pessoas: 678 mulheres, 684 crianças e 21 homens. Pela primeira vez, o número de crianças em casas abrigo e outros espaços de acolhimento superou o das mulheres. Informação divulgada pelo Portal de Violência Doméstica da CIG.
Comparando com o trimestre anterior, as casas de abrigo acolheram 61 crianças a mais e 27 mulheres a menos, indicando uma mudança na composição das vítimas acolhidas. Os dados ajudam a perceber onde se concentram as necessidades no apoio imediato.
As informações fazem parte do registo da rede público-privada de proteção, com base em dados oficiais da Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género. O período analisado corresponde a janeiro a março deste ano, em Portugal.
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